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terça-feira, 17 de setembro de 2013

VIANA INAUGURA CENTRO ESCOLAR

Importante, o dia de anteontem (15/09/2013), para o futuro de Viana do Alentejo. Numa cerimónia muito participada pela comunidade educativa e pela população em geral, foi inaugurado o Centro Escolar em clima de grande expectativa e ambiente de festa. Finalmente Viana dispõe de um edifício em condições para albergar a globalidade dos alunos da Educação Pré-Escolar e do 1º Ciclo do Ensino Básico.

Pelo que foi possível observar, estão reunidas todas as condições para que os alunos possam usufruir de um espaço de excelência, numa etapa tão importante das suas vidas. É também ali que se vai construir o futuro de Viana!
Viana está de parabéns!
















quinta-feira, 28 de março de 2013

AMIANTO


Retirar amianto custa 6 milhões

Até setembro 53 escolas vão deixar de ter coberturas de fibrocimento com amianto, uma substância potencialmente cancerígena. O Ministério da Educação e Ciência divulgou ontem a lista dos estabelecimentos de ensino considerados prioritários para a retirada deste tipo de coberturas, sendo que uma escola já foi alvo de intervenção (Escola de Azeitão, Setúbal) e onze (nas quais se inclui a Escola Básica e Secundária Dr. Isidoro de Sousa / Viana do Alentejo) estão a ser alvo da remoção parcial de coberturas até ao início do 3º período letivo (as aulas reiniciam-se na próxima terça-feira, 2 de abril).
As restantes escolas, , serão alvo de intervenção durante os meses de verão, aproveitando as férias escolares. A retirada das coberturas de fibrocimento vai custar seis milhões de euros, um processo que, garante o MEC, pode não estar fechado. "Posteriormente outras escolas integrarão o programa operacional, em função das situações detetadas", refere a tutela.
A lista de escolas foi definida após um levantamento realizado pela Direção-Geral dos Estabelecimentos de Ensino em janeiro e fevereiro. No entanto, esta lista está muito distante da revelada em 2007 pelo Ministério da Educação, que assumiu que 59% das escolas analisadas pelas então direções-regionais de educação possuiam coberturas de fibrocimento.
A utilização de fibrocimento é proibida na União Europeia desde 2005, mas muitas das escolas mais antigas contêm este produto na sua construção.
in Correio da Manhã 28.03.2013

quarta-feira, 16 de março de 2011

O NÓ NO LENÇOL

“Numa reunião de pais numa escola da periferia, a professora realçava o apoio que os pais devem dar aos filhos e pedia-lhes que se fizessem presentes o máximo de tempo possível.

Considerava que, embora a maioria dos pais e mães trabalhasse fora, deveria arranjar tempo para se dedicar às crianças.

Mas a professora ficou muito surpreendida quando um pai se levantou e explicou humildemente, que não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo, durante a semana, porque quando ele saía para trabalhar era muito cedo e o filho ainda estava a dormir. Quando voltava do trabalho já era muito tarde e o filho já não estava acordado.

Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para prover o sustento da família, mas também contou que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho e que tentava compensá-lo indo beijá-lo todas as noites quando chegava a casa.

E para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria. Isso acontecia religiosamente todas as noites quando ia beijá-lo. Quando o filho acordava e via o nó, sabia, através dele, que o pai tinha estado ali e o havia beijado. O nó era o meio de comunicação entre eles.

A professora emocionou-se com aquela história e ficou surpreendida quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da escola.

O facto faz-nos reflectir sobre as muitas maneiras de as pessoas se fazerem presentes, de comunicarem com os outros.

Aquele pai encontrou a sua, que era simples mas eficiente. E o mais importante é que o filho percebia, através do nó, o que o pai estava a dizer.

Simples gestos como um beijo e um nó na ponta do lençol valiam, para aquele filho, muito mais do que presentes ou a presença indiferente de outros pais.

É por essa razão que um beijo cura a dor de cabeça, o arranhão no joelho, o medo do escuro...

É importante que nos preocupemos com os outros, mas é também importante que os outros o saibam e que o sintam.

As pessoas podem não entender o significado de muitas palavras, mas sabem reconhecer um gesto de amor.

Mesmo que esse gesto seja apenas um nó num lençol...”