segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

OURIVESARIA ASSALTADA

 
Durante a tarde de hoje, três indíviduos encapuzados e empunhando armas de fogo, assaltaram uma ourivesaria em plena Praça da República, em Viana do Alentejo, de onde furtaram alguns valores, ainda não apurados. De seguida, puseram-se em fuga num automóvel de cor preta, em direcção a Alcáçovas. A referida viatura terá sido abandonada posteriormente, em S. Brás do Regedouro.
Ali Além

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

CARNAVAL de VIANA

Foi um dia frio, como têm vindo a ser muitos outros de há um tempo a esta parte (demasiado, para aquilo a que estamos habituados). No entanto, a chuva não marcou presença e o frio não abalou a vontade de miúdos e graúdos para a realização de um cortejo digno, colorido e muito animado. O pessoal de Viana, pouco dado a abraçar causas, desta vez soube organizar-se e realizar um desfile que percorreu e animou algumas das principais ruas da vila. Para uma primeira tentativa, pode afirmar-se que valeu a pena o esforço e o empenho de todos os que participaram entusiasticamente na iniciativa. A repetir, sem dúvida, com alguns acertos, sendo o principal, a participação das escolas,  sempre uma mais-valia. Nota final para a generosa participação de um grupo de Alcáçovas. Estiveram muito bem e se dúvidas houvesse, mostraram-nos que no capítulo da organização e da mobilização, temos muito a aprender com eles... Até porque não faz sentido  vivermos de costas voltadas!
ALI ALÉM
Um grupo de funcionárias da Santa Casa da Misericórdia decidiu (e muito bem) masca(r)rar-se de negro...
Ironia do destino ou trágica coincidência, horas mais tarde (durante a madrugada) um dos edifícios que albergam o lar de terceira idade ficou no estado que podemos observar...

Se foi brincadeira de Carnaval... foi de um mau gosto a toda a prova.


FIM DE FESTA.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

A RAÇA DO ALENTEJANO

A raça do alentejano?
É, assim, a modos que atravessado.
Nem é bem branco, nem preto, nem castanho, nem amarelo, nem vermelho....
E também não é bem judeu, nem bem cigano.
Como é que hei-de explicar?
É uma mistura disto tudo com uma pinga de azeite e uma côdea de pão.

Dos amarelos, herdámos a filosofia oriental, a paciência de chinês e aquela paz interior do tipo "não há nada que me chateie";
dos pretos, o gosto pela savana, por não fazer nada e pelos prazeres da vida;
dos judeus, o humor cáustico e refinado e as anedotas curtas e autobiográficas;
dos árabes, a pele curtida pelo sol do deserto e esse jeito especial de nos escarrancharmos nos camelos;
dos ciganos, a esperteza de enganar os outros, convencendo-os de que são eles que nos estão a enganar a nós;
dos brancos, o olhar intelectual de carneiro mal morto;
e dos vermelhos, essa grande maluqueira de sermos todos iguais.

O alentejano, como se vê, mais do que uma raça pura, é uma raça apurada.
Ou melhor, uma caldeirada feita com os melhores ingredientes de cada uma das raças.
Não é fácil fazer um alentejano.
Por isso, há tão poucos.

É certo que os judeus são o povo eleito de Deus.
Mas os alentejanos têm uma enorme vantagem sobre os judeus:
nunca foram eleitos por ninguém, o que é o melhor certificado da sua qualidade.

Conhecem, por acaso, alguém que preste que já tenha sido eleito para alguma coisa?
Até o próprio Milton Friedman reconhece isso quando afirma que
«as qualidades necessárias para ser eleito são quase sempre o contrário das que se exigem para bem governar».
E já imaginaram o que seria o mundo governado por um alentejano?
Era um descanso.
Autor desconhecido

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

O sorriso



Não obstante as críticas ferozes de quem bruscamente se viu sem poleiro e mesmo considerando que os primeiros sinais que emanam da Brito Camacho não são tão animadores como seria expectável, sou dos que teimam em pensar que a mudança, na sua essência, é inquestionavelmente positiva. O dia 11 de Outubro ficará para sempre ligado ao ressurgimento do sorriso que a esperança permite, à crença de que melhores dias virão. E a esperança (como a liberdade de pensar), essa nada nem ninguém pode subjugar.

Entendo o incómodo de quem deu a cara e apostou tudo na mudança. Mais difícil de entender é esta urgência de ruptura total com o passado. Quem pôde esperar 16 anos não pode esperar mais 6 meses, 1 ano? No mínimo, o benefício da dúvida deve prevalecer. Parece-me óbvia a necessidade deste elenco se rodear de  massa cinzenta com outro “know-how”, técnicos qualificados e com horizontes que possam estimular quem, presume-se, já deu o seu melhor, atingiu os seus limites e dificilmente se libertará de vícios e rotinas que 16 anos produziram. A grande questão é que isso poderá custar dinheiro, muito dinheiro certamente. Por muito bom que se seja, não há ninguém que consiga fazer omeletas sem ovos. Valerá a pena o investimento? Por mim, não restam dúvidas que sim. Acabe-se com os fogos de artifício, com os recorrentes lançamentos de paraquedistas no 25 de Abril, com os beberetes e afins, etc.… Elimine-se o que é supérfluo e aposte-se em conhecimento.

Mais preocupante que uma “Mostra de Doçaria” que se limita a dar continuidade ao que se produzia, ou um Boletim Municipal que sai tardiamente, pouco explica e se limita a decalcar o modelo vigente, ou mesmo o modesto conjunto de iniciativas para comemorar o 13 de Janeiro, é este inesperado e intrigante distanciamento em forma de concha que se fecha e isola, quase desprezando quem deu o seu contributo para que as coisas pudessem mudar (para melhor). Saber admitir os erros e ter a humildade de os corrigir é, seguramente, uma característica que distinguirá a gestão actual da anterior. Se assim não for, então admitirei que perdi… e que perdemos todos!
Mesmo que o sorriso se vá extinguindo, a esperança não morre aqui! Pela minha parte, continuarei humildemente disponível…
ALI ALÉM

domingo, 6 de dezembro de 2009

a mostra ESTEVE um mimo...



 

PARABÉNS, ALCÁÇOVAS!
             ALI ALÉM